quarta-feira, 1 de julho de 2009

O Poder do Clique!




(Sinfonia)


(vicio dos Nogueiras)

Em alguma data que não lembro bem, conheci ocasionalmente uma fotografa iniciante, que me assustou com seu talento, e me despertou o saber de apreciar melhor esse tipo de arte, trazendo paisagens, fotos de praias e crianças, ladeiras,...(que é seu grande forte), e entender melhor aquele poder do clique.
Encarando como hobbie, Beatriz de 20 anos, estudante da Pedagogia na UFPE, que mora em Cupira, cidade de 22.604 habitantes, a 168 km da capital Recife, dedica parte de seu tempo a viagens no interior registrando fotograficamente lugares e grandes paisagens.
Uma maravilha de pessoa, tem um ótimo apreço pela boa arte em geral e brinca ainda facilmente com poemas, onde ficou também o desafio de musicar um deles.
- Querida Bia, parabéns mais uma vez pelo trabalho, e claro, se você autorizar, publicarei sempre seu trabalho aqui no blog, fazendo do meu, também o seu espaço!

De Volta....


De volta com o blog, agora um tanto mudado, pretendo não só fazer um palco de divulgações de bandas e artistas, mas alem disso dar informações sobre outros tipos de artes, aprendizados ee projetos e também grandes e bons trabalhos de pessoas que conheço, alem de continuar falando sobre meu dia-a-dia, acrescentando no blog um novo modelo, cores e um novo sistema de comunicação chamado FACE BOOK pra comunicação direta. E pra quem gostou do blog e deseja ser “seguidor”, também pode add no final do mesmo.
Andava sem criatividade e cansado de escrever, alem de sem tempo ocupado com bandas, shows, faculdade... Mas tudo ainda continua em “ordem”. Rondó ainda parada a procura de um guitarrista-violonista, pra entrar no lugar de Lucas que saiu pra se dedicar a outros trabalhos, mas que a banda ainda continua viva e com musicas novas. A Dom Quixote juntamente com Lucas & As Panelas continuam firme e forte, fazendo shows.
Pois bem, apresentado pra volta, agora vamos trabalhar na primeira postagem que vai vir logo em seguida!
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Musica: Paulinho da Viola, Forro antigão.
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Livro: A Cidade do Sol, e A Menina Que Roubava Livros

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Do lado de dentro.

Semana lotada de coisas.
Depois de ter sido convidado por muri (baterista da rondó), pra substituir o tecladista de sua banda (Dom Quixote, que fará show no dia 11 de outubro / tributo a Engenheiros do Hawaii), na segunda feira, tive que correr pra tirar 10 musicas (no mínimo), até a quarta feira dia do ensaio. Tudo tranqüilo, apenas algumas coisas pra corrigir.
Sexta, Lucas & As Panelas voltou a tocar no bar do bigode de 15 em 15 dias. Saindo de lá indo, passando na casa de Anjinha, indo buscar a mesma, priuu e Nathalia (amiga das meninas), e enfim indo ao Coquetel Molotov onde teria pra nós a apresentação principal, Marcelo Camelo (Show do caralho!!!).
Sábado, Passei a tarde com Camila em um de nossos melhores dias dentro desses 5 meses (“pra nós todo amor do mundo!!), e de repente uma ligação inesperada: Jaime (primo do bode), me liga chamando pra ir a sua formatura juntamente com Lucas.
Vinho, whisk, refrigerante, coquetel, e salgados. (“já sabe né: areação, embriagueis e desordem).
Domingo, dia meio agoniado. Dois ensaios marcados no mesmo dia com duas bandas diferentes.
Dom Quixote, ensaiava das 12h ás 15h. Rondó 16h ás 19h. Barulho não faltou no meu ouvido, que já estava totalmente saturado. O melhor foi ter visto muri chegando numa “bestinha” azul. (o carro agora vai ser da banda \o/).
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Sobre o show de Marcelo Camelo no Coquetel Molotov, posso afirmar com convicção, mesmo faltando meses pra acabar o ano, que esse foi O Show de 2008.
O teatro da UFPE lotadíssimo, as pessoas aguardavam ansiosamente pelo show.
Enfim ele entra, e começa toda aquela agonia e euforia de todos os fãs.
Com perfeita qualidade de som, ele abre o show com Teo e A Gaivota.
Mostrava-se tão feliz por todos estarem cantando todas as letras (sem erro), do seu CD solo chamado “SOU” lançado a pouco tempo, que indagou: “tinha que ser aqui, tinha que ser em Recife, Tinha que ser com vocês!!!”
Alem de estar sendo acompanhado pela banda que também gravou com ele (a huntmold), também teve a participação de Mallu Magalhães que viria fazer show no outro dia, no mesmo evento. Foi uma das partes mais emocionantes do show, onde ela se entra no palco chorando e mostrava ter um carinho enorme por ele e vice-versa.
Chegou a tocar musicas suas interpretadas pro Maria Rita, e composições suas dentro do Los Hermanos e finalizou com Copacabana, onde todos dançavam já de pé, aplaudindo pela apresentação impecável.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Chico Buarque de Hollanda



No dia 19 de junho de 1944, nasceu, no Rio de Janeiro, Francisco Buarque de Hollanda. A família logo muda-se para a rua Haddock Lobo, em São Paulo, em 1946. Ao partir de viagem para a Europa, se despediria da avó com um profético bilhete: "Vovó, você está muito velha e quando eu voltar, eu não vou ver você mais, mas eu vou ser cantor de rádio e você poderá ligar o rádio do Céu, se sentir saudades".

Em 1959, já mostrava um grande interesse pela música. Além dos sambas tradicionais de Noel Rosa, Ismael Silva, Ataulfo Alves, também ouvia canções estrangeiras. Seu sonho, na época, "era cantar como João Gilberto, fazer música como Tom Jobim e letra como Vinícius de Moraes". É deste ano sua primeira composição de que ele se lembra, Canção dos Olhos.

Em 1964, apresenta-se pela primeira vez em um show, no Colégio Santa Cruz, cantando Canção dos Olhos. A música Tem Mais Samba também é desse ano e o show de TV então era O Fino Da Bossa, onde se apresentavam, entre outros, Alaíde Costa, Zimbo Trio, Oscar Castro Neves, Jorge Ben, Nara Leão, Sérgio Mendes e Os Cariocas. No auditório do Colégio Rio Branco, Chico mostra a sua canção Marcha Para Um Dia de Sol.

Em 1965, é lançado seu primeiro compacto com Pedro Pedreiro e Sonho de Um Carnaval, sua primeira música inscrita em um festival, o da TV Excelsior. A canção defendida é depois gravada por Geraldo Vandré e não se classifica. O primeiro lugar vai para Arrastão, de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, interpretada por Elis Regina.

No Juão Sebastião Bar, reduto paulista da bossa nova na época, conhece Gilberto Gil. Nesse mesmo ano, conhece Caetano Veloso, que se entusiasmara ao ouvir Chico cantando Olê, Olá num show estudantil. Em 1966, A Banda divide com Disparada, de Théo de Barros e Geraldo Vandré, o primeiro lugar no II Festival de Música Popular Brasileira, promovido pela Record.

Mesmo morando no Rio, continua mantendo vínculos com São Paulo, onde passa a gravar, ao lado de Nara Leão, o programa musical Pra Ver a Banda Passar, da TV Record. Carolina fica em terceiro lugar no II FIC - Festival Internacional da Canção - promovido pela Rede Globo. Roda Viva também se classifica em terceiro no III Festival da MPB, promovido pela TV Record.

Em 1968 vence o Festival Internacional da Canção, com Sabiá, feita em parceria com Tom Jobim, com quem compõe, no mesmo ano, Pois É e Retrato Em Branco e Preto. Em janeiro de 1969 deixa o Brasil e se apresenta na grande Feira da Indústria Fonográfica, em Cannes, na França. Parte depois para um auto-exílio na Itália.

Retorna ao Brasil em 1970 e afasta-se do samba tradicional, variando mais a linha das composições e revelando novas influências como a toada, em Rosa dos Ventos, o iê-iê-iê italiano com Cara a Cara, e o protesto político com Apesar de Você. Em abril de 1975 é vetado integralmente pela censura seu samba Bolsa de Amores. Rompe com a TV Globo e cancela sua inscrição, junto com outros convidados, no VI Festival Internacional da Canção, em sinal de protesto contra o fato de a emissora criar uma inscrição especial para que os mais famosos não precisassem passar pelas fases eliminatórias.

Em 1972, compõe quase todas as músicas do filme Quando O Carnaval Chegar. Voltaria a fazer músicas para mais dois filmes de Cacá Diegues: Joanna, a Francesa, em 1973, e Bye Bye, Brasil, de 1979. Em 1973, a música Cálice, feita em parceria com Gilberto Gil, é proibida pela própria Phonogram. Com medo de represálias, a gravadora desliga os microfones do palco e impede Chico e Gil até mesmo de tocarem a melodia da música.

Em 1972, a censura proíbe a capa do disco Chico Canta, com as músicas da peça Calabar. Para driblar a censura, cria o personagem heterônimo Julinho da Adelaide. A artimanha dá certo e as canções Acorda, Amor, Jorge Maravilha e Milagre Brasileiro passam sem grandes problemas pela censura. Julinho da Adelaide concede ao escritor e jornalista Mario Prata uma longa entrevista para o jornal Última Hora. O público só tomaria conhecimento da verdade por meio de uma reportagem publicada em 1975 pelo Jornal do Brasil.

Em 1975, resiste às tentativas dos que querem transformá-lo em um símbolo da luta política contra o regime militar. Em 1976, compõe O Que Será, para o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto. Sai o disco Meus Caros Amigos.

Em 1978, estréia a peça Ópera do Malandro. No mesmo ano, ganha o Prêmio Molière como melhor autor teatral pelo seu trabalho em Gota d´Água e lança o LP Chico Buarque 1978, e Chapeuzinho Amarelo, o primeiro livro infantil de sua autoria, ilustrado por Donatella Berlendis, além do álbum duplo Ópera do Malandro.

Em 1980, lança o LP Vida, que traz, entre outras, a música Eu Te Amo, feita especialmente para o filme homônimo de Arnaldo Jabor. Lança ainda os discos: Almanaque e Saltimbancos Trapalhões. Em 1982, em parceria com Edu Lobo, compõe as canções para o balé O Grande Circo Místico, que seria lançado em disco no ano seguinte.

Em 1983, compõe o samba Vai Passar, que no ano seguinte se tornaria uma referência na campanha pelas Diretas Já, da qual participa ativamente. Lança o disco Chico Buarque 1984. Em 1986 comanda, ao lado de Caetano Veloso, o programa de televisão "Chico e Caetano", que permaneceu por sete meses na programação da Rede Globo. Em 1987, lança o disco Francisco e volta aos palcos dirigido por Naum Alves de Souza. Em 1989, lança o disco Chico Buarque.

Em 1992, lança seu primeiro romance, Estorvo, publicado pela Companhia das Letras, com o qual ganha o Prêmio Jabuti de Literatura e vende 7.500 exemplares em apenas três dias, surpreendendo a Editora Dom Quixote. Em 1995, escreve o segundo romance, Benjamim, que, lançado em 1995, recebe críticas desfavoráveis de parte da crítica literária, não obstante o sucesso de vendas e os elogios de grandes nomes da literatura.

Em 1997, participa do disco Chico Buarque de Mangueira, com regravações de clássicos dos compositores da escola e com duas canções inéditas (Levantados do Chão e Assentamento) e, em 1998, é o homenageado no desfile em que a Mangueira sagrou-se campeã do carnaval de 1998. De Paris, escreve artigos para os jornais O Estado de S. Paulo e O Globo durante a Copa do Mundo. O CD As Cidades, com sete canções inéditas e quatro regravações, chega às lojas cinco anos depois de Paratodos. É seu primeiro trabalho lançado na Internet.

www.chicobuarque.com.br

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

"De Todas as Maneiras Que a de Amar"



Pra que dividir sem raciocinar
Na vida é sempre bom multiplicar
E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você
Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal
Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão
Prá finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas
Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você.

5 meses \o/

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Setembro



Mês de aniversários.
Mês do meu aniversario.
Mês que chega trazendo coisas novas e boas.
Já trazendo na primeira semana, começando de hoje, dia 02, terça – feira, aniversario de Natinha (comuniadade Los Hermanos Recife (LHR).
Dia 03, quarta – feira, comemoração do nosso 5º mês de namoro (eu e Camila)... e ainda na duvida se vamos ao cinema ou se vamos almoçar juntos ( - “pra nós todo amor do mundo.”)Ainda no mesmo dia, comemoram aniversario Alessandra Targino e Filipe Barbosa (cobra).
Sexta – feira, dia 05, passando no cavanhaque e bigode Bar, e logo depois Lucas & As Panelas soube no palco do Clube Universitário na festa dos ex-alunos do CAP (colégio de Aplicação UFPE), onde passei uma boa parte da minha infância, trazendo aquele samba ainda com musicas novas. Os aniversariantes Jooy e Thiago Willian.
Sábado, dia 06, uma previa da comemoração do aniversario de natinha no Mercado da Boa Vista (bar do Lêlêu).
Domingo, dia 07, aquele velho e bom ensaio com a Rondó, de volta em videira.. trabalhando as musicas novas e se preparando para a nossa futura gravação de um CD.
(SEMANA ou DIAS LIVRES mas com aniversariantes no mês: dia 08, quem canta parabens é Rayanna e dia 09 Noemia (estudou comigo nas antigas no Mazzarello). No dia 12 é a vez de Juliana (Raba (segundo camila)), a apagar as velinhas.
Voltando no dia 13, sábado, com agora sim, a comemoração oficial do meu aniversario junto com o de natinha. (ainda decidindo o local).
Dia 16 na terça – feira, DIA DO MEU ANIVERSARIO!
Depois dia 19, sexta – feira, o Coquetel Molotov, trás Vanguart e Marcelo Camelo, mais duas bandas gringas.

O resto do mês... só Deus sabe!
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Que por falar em Marcelo Camelo, enfim, mesmo sendo a poucos dias do show, conseguir pegar o CD entitulado de SOU que trás composições suas, fora do Los Hermanos.
O CD está bem simples, de fácil entendimento e ainda com letras bem trabalhadas, dando destaques as três lindas primeiras musicas.
Nada de rock! O CD abre com na primeira faixa uma marxinha com a musica “Copacabana”.
A segunda faixa intitulada de “Doce Solidão” trás algo meio que “havaino”. ( - se assim posso definir.)
“Janta” é a terceira musica com a participação de uma voz feminina que ainda não conseguir saber quem é, mas com uma voz bem suave e linda.
As outras musicas, não menos merecidas, são também bem agradáveis de se ouvir. Lentas mais muito bonitas.
E que venha o show! \o/
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Musica de Hoje: Marcelo Camelo (CD - Sou)