quinta-feira, 26 de junho de 2008

C.A.

Ela estuda Enfermagem. Ele um mero estudante de Ciências da computação e Musica.
Eles viviam em mundos paralelos em todos os termos, tipos e gêneros.
Talvez alguns lugares em comuns, mas nada casual no mundo real. Claro, até aparecer o mundo “irreal”, onde em um site de relacionamento existiam um ou dois amigos em comum, e em um desses amigos ela já tivera um relacionamento.
No mundo “irreal”, ele por esse amigo em comum, já tinha visto ela, duas ou três vezes e nada mais.
Ela com seus contatos ouviu algumas vezes o nome dele, e resolveu saber quem é.
Como neste mundo, ninguém consegue esconder nada de ninguém, principalmente quando a coisa é mais do que explicita, segundo ela relatou um dia, eles já se olhavam por este site...
E que de repente um dia, resolveram se falar.
Ela incrivelmente já o conhecia e muito bem por sinal. ( - O que internet não faz!!! )
Uma conversa ali, outra aqui, um depoimento, depois mais outro, e o porquê de não se conhecer?
Marcaram numa parada de ônibus, próximo a casa dela. Ele chegou meio fora de foco e ela um pouco atrasada. Um grande abraço formal e uma enorme volta até chegar a sua casa.
Dali se iniciava uma amizade de tamanho tão inexplicável, que já estava virando algo do senso comum a boa e velha visita a sua casa, onde toda vez ele chegava e sentava numa cadeira (poltrona), que parecia ser mais sua do que qualquer outra pessoa dentro daquele ambiente.
Dentro deste pouco tempo, ainda nem completado um ano, a coisa ia crescendo proporcionalmente as quantidades de ida a sua casa.
Nesse meio tempo, ele de repente, resolve entrar num amor de ventura. Não com ela, mais com uma outra, que onde ficou pouquíssimo tempo..., coisa de um mês.
Um pouco depois, ele vai pra a tentativa de roubar beijinhos dela. Ela faz aquele charme, meio que, depois de uma tentativa, ela fingi que não nada aconteceu.
Passou-se um tempo, e agora sim: Um beijo. Um beijo firme.
Então ficando, ficando e mais outra vez ficando, logo depois veio um convite a uma saída, mais outro convite e mais outros..., e sim, foram construindo automaticamente algum sentimento pelo outro.
Tá ai.
Ainda hoje sem um final concreto, e sem nenhuma pressa pra por ordem em umas coisas, e concertar outras, continua-se vivendo na vida a dois.

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